Paróquias aguardam novo administrador diocesano Paróquias aguardam novo administrador diocesano
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Reunião com os 14 padres do Colégio de Consultores na manhã de hoje deve definir substituto de dom Irineu Roque Scherer na Diocese de Joinville

Passados quatro dias da morte súbita do bispo de Joinville, dom Irineu Roque Scherer, aos 65 anos, vítima de infarto fulminante, as 65 paróquias que integram os 18 municípios do Norte catarinense aguardam a escolha do administrador diocesano, que deve ocorrer na manhã de hoje.

Segundo o pároco da igreja São Judas Tadeu, em Jaraguá do Sul, Dúlcio Antônio de Araújo, o nome do administrador será definido no Colégio de Consultores, formado por 14 padres, durante reunião marcada para às 8h, em Joinville.

Religiosos da região especulam a escolha do vigário geral de Joinville, Ademir Ronchi, como possível sucessor. O escolhido se manterá no cargo até a nomeação do novo bispo pelo papa Francisco.
A morte inesperada do bispo, diagnosticada como infarto do miocárdio agudo, de acordo com nota oficial da Diocese de Joinville, ocorreu por volta das 23h de sexta-feira, constatada apenas no final da manhã de sábado. O velório atraiu milhares de fiéis e mais de 50 bispos de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. O sepultamento, no final da tarde de domingo, foi em uma cripta na Catedral de Joinville.

“A última experiência que tivemos, em que o papa nomeou o bispo de Joinville, ocorreu um ano e um mês depois da transferência de dom Orlando Brandes para Londrina como arcebispo”, atesta o padre Dúlcio. Por essa razão, entende que a definição do novo bispo deve se estender em até um ano e meio.

O padre Dúlcio enfatiza que a decisão do Colégio dos Consultores é soberana, mas o nome de Ronchi é o mais cotado por ter trabalhado diretamente com dom Irineu. “Ele (padre Ronchi) já trabalha na Mitra Diocesana e tinha mais responsabilidades em relação à diocese”, comentou.

O pároco da igreja São Judas Tadeu lembra que dom Irineu, que estava há 22 anos à frente da Diocese, projetava a construção de uma casa para abrigar famílias que internavam familiares para tratamento de saúde no bairro Bucarein, em Joinville. “A forma como ele morreu e foi encontrado foi muito chocante e teve uma grande repercussão. Dom Irineu dinamizou a diocese na área administrativa, na modernização econômica, tecnológica e de comunicação”, observa padre Dúlcio. Sobre a personalidade do bispo, opina que “ele era muito acolhedor, gostava de conversar com os diocesanos, dar atenção, sempre sorridente”.

Fonte: OCP ONLINE

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