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Contas do governo têm rombo de R$ 154 bilhões em 2016, o maior em 20 anos Com a persistência do cenário de recessão na... Notas de Economia – Jornal da 105

Contas do governo têm rombo de R$ 154 bilhões em 2016, o maior em 20 anos

Com a persistência do cenário de recessão na economia brasileira e a queda na arrecadação federal, as contas do governo tiveram forte piora em 2016 e registraram um rombo recorde de R$ 154 bilhões, o equivalente a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB). As informações foram divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional ontem.

Mesmo com rendimento mais baixo, 61% dos brasileiros investem na poupança

A poupança continua sendo o investimento preferido da maioria dos brasileiros, ainda que tenha rentabilidade menor do que outras opções. Segundo levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), esse tipo de aplicação é feita por 61% dos consumidores.

Inflação do aluguel avança em janeiro e acumula alta de 6,65% em 12 meses

O Índice Geral de Preços, conhecido como a “inflação do aluguel”, porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, acelerou de 0,54% em dezembro para 0,64%, em janeiro. Em 12 meses, o índice acumula alta de 6,65%.

Com persistência da crise, consumo de energia no país recua 0,9% em 2016

O consumo de energia no Brasil caiu 0,9% em 2016, informou ontem a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia. O resultado é reflexo da crise econômica, que se manteve no ano passado.
A queda no consumo foi puxada principalmente pela indústria, que usou no ano passado 2,9% menos energia que no ano de 2015.

Vendas nos supermercados têm alta real de 1,58% em 2016

As vendas dos supermercados brasileiros cresceram 1,58% em termos reais no acumulado do ano de 2016 na comparação com 2015, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados. A entidade considerou que o resultado ficou um pouco acima de suas projeções, as quais apontavam crescimento da ordem de 1% a 1,2% em termos reais este ano.

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